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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

BLANCHARD Y LURTON GRAN VIN 2016

 MEU BRANCO DO ANO 


Tinha ouvido falar e muito deste vinho; Projeto de dum argentino e um francês, os dois de grandes famílias vinícolas em Mendoza e Bordeaux que acreditaram no potencial do terroir do Vale de Uco para a produção de grandes vinhos brancos.
As expetativas eram grandes, enormes diria, sobre este blend inusual de uvas, maioritariamente tocai, mas com bons aportes de Viognier, Pinot gris e Chardonnay.
Ele não só não defraudou nem um pouco, mas que conseguiu atingir o patamar dos meus brancos preferidos na Argentina.

Nariz complexa, bem floral, frutada e adocicada (mel) e uma boca, vou te falar, que vai mudando taça a taça, te entregando tudo o que você espera dum grande branco e mais.
Fluem os cítricos e a fruta, uma mineralidade sem excessos, fresco mais do que untuoso, um vinho delicadíssimo e equilibrado..vinho para não ser bebido extremamente frio.

Sutileza e elegância a cada gole, um vinho que não te entedia nunca.
Vinho perigosamente aditivo, a um preço (hoje) de 15 u$ lá, um rpc extraordinário.


 MI BLANCO DEL AÑO 



Había oido y mucho sobre este vino; Proyecto de un argentino y un francés, los dos de grandes familias bodegueras, uno de Mendoza y otro de Bordeaux, que creyeron en el potencial del terroir del Valle de Uco para la producción de grandes vinos blancos.

A s expectativas eran grandes, gigantes diría, sobre este blend inusual de uvas, mayoritariamente Tocai con buenos aportes de Viognier, Pinot Gris y Chardo.
No sólo no defraudo ni un poco, sino que consiguió alcanzar el nivel de mis blancos preferidos en Argentina.

Nariz compleja, bien floral, frutada y sucrosa (miel) y una boca que va mutando copa a copa entregando todo lo que se espera de un gran blanco y todavía más.

Fluyen los cítricos y la fruta, una mineralidad sin excesos, y fresco más que untuoso, un vino delicadísimo y equilibrado...un vino para no beberlo extremamente frío.

Sutileza y elegancia a cada sorbo, un vino que no te cansa nunca.
Vino peligrosamente adictivo, a un precio (hoy) de 15 dólares, un rpc extraordinario.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ATAMISQUE MALBEC 2011 / MONTEVIEJO 2008

Vinhos argentinos com sotaque francês 

Vinicolas de donos ou com enólogos franceses, mas com toda a força que o terroir do Valle de Uco pode oferecer.
Aqui dois grandes exemplares que bem mostram o que o Valle de Uco pode oferecer, vinhos potentes, de guarda...especiais.
  
ATAMISQUE MALBEC 2011


Confirmando sensações  Tinha conhecido ele no Premium Tasting, onde se apresentaram 30 vinhos pontuados 92 o + pelo guru Parker; esse tipo de eventos, de degustações em grandes quantidades, não servem para tirar uma conclusão final dum vinho, ao menos para mim.
Com esse pretexto, as tomo como uma oportunidade de conhecer rótulos novos, marcando aqueles que me deixam algo a mais para compra-los e analisá-los ( e desfruta-los claro) na tranquilidade de casa ou em algum jantar fora.
Fiz uma segunda degustação in loco, na própria vinícola encravada no Valle de Uco e aí decidi comprar dois exemplares para desfruta-los aqui e fazer um analise relaxado, abrindo a garrafa e deixando areja- la uma hora antes.

Vinho que passa 14 messes em roble francês de primeiríssima qualidade, mais 12 messes em garrafa antes de sair ao mercado, confirmou todas as minhas sensações vivenciadas nas duas oportunidades anteriores: nariz marcante e intensa, sugestiva; em boca é elegante e intenso, voluptuoso, vinho que se abre a cada taça, para acompanhar uma carne de caça e continuar desfrutando até matar a garrafa post jantar.

A World Wine importa ele a caros 185 reais.



MONTEVIEJO 2008





Blend de Malbec e Syrah (80/20), este vinhaço do Valle de Uco é vinho de gente grande, com o chamariz de ter sido produzido pelos enólogos Michelle Roland e Marcelo Pelleriti
Os vinhos do Valle, na altura, dão mais expressividade a fruta, o vinho é mais potente, voluptuoso, mais principalmente robusto.
É um vinho complexo, concentradíssimo, vinho de guarda...bebido agora em 2015 ele estava no ponto mais acho que dava para evoluir em garrafa ainda mais.
Em boca é profundo e complexo..fruta vermelha madura, pimenta, taninos bem maduros e redondos, vinho bem estruturadinho; Final cumpridão e persistente.

Acho que ele não é importado aqui, eu ao menos não consegui achar o importador.