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quarta-feira, 3 de abril de 2019

PIEDRA NEGRA - ARES FRANCESES EM CHACAYES

 AIRES FRANCESES EN CHACAYES 

François Lurton criou-se numa barrica mais do que num berço: é filho de André Lurton, prestigioso viticultor de Bordeaux e dono de sete Chateaux na França. 
François Lurton se crió en una barrica más que en una cuna: es hijo de André Lurton, prestigioso viticultor de Bordeaux y dueño de siete Chateaux en Francia.

François decidiu fazer seu próprio caminho e a fins do século XX  apostou pela Argentina e pelo Valle de Uco, onde estabeleceu a sua vinícola em 1996.
François decidió emprender su propio camino y a fines del siglo XX apostó por la Argentina y por el Valle de Uco, donde estableció la bodega en 1996.

O grupo François Lurton S.A que possui vinícolas também na França, na Espanha e no Chile foi um dos pioneiros em Uco com esta vinícola, quando poucos apostavam pelo vinho nessa altitude.
El grupo François Lurton S.A. que posee bodegas también en Francia, España y Chile, ha sido unos de los pioneros en Uco con esta bodega, cuando muy pocos apostaban por el vino en esa altitud.

Recentemente se juntou com o argentino Andrés Blanchard para criar um novo projeto que produzisse só brancos; um deles, o Grand Vin me fascinou a tal ponto que o escolhi meu branco do ano e que motivou esta matéria há uns messes:  http://enogastrogringo.blogspot.com/2019/01/blanchard-y-lurton-gran-vin-2016.html 
Recientemente, se juntó con Andrés Blanchard para crear un nuevo proyecto que produjera sólo blancos; uno de ellos, el Grand Vin, me fascinó a tal punto que lo elegí mi blanco del año y que motivó esta nota hace unos meses:   http://enogastrogringo.blogspot.com/2019/01/blanchard-y-lurton-gran-vin-2016.html 


A rica história de François e este vinhaço pelo qual pirei me levaram nesta viagem por Mendoza a quer conhecer a vinícola mãe, a pioneira, pra me interiorizar do seu atual portfólio e descobrir as opções enoturísticas que oferecem, alem de sentir e respirar Chacayes, no coração de Uco.
La rica historia de François y ese vinazo que me volvió loco me llevaron en este viaje por Mendoza a querer conocer la bodega madre, la pionera, para interiorizarme de su portfolio actual y descubrir las opciones enoturísticas, sintiendo y respirando Chacayes, en pleno Corazón de Uco. 



Amavelmente recebidos por Elodie Darras, Chefa de Enoturismo da vinícola, percorremos as instalações taça em mão, além de conhecer parte do amplio portfólio, que incluí diversidade e qualidade em tintos também.
Amablemente recibidos por Elodie Darras, Jefe de Turismo de la bodega, recorrimos las instalaciones copa en mano, además de conocer parte del amplio portfolio, que incluye diversidad y calidad de tintos también.




O enoturismo esta bem desenvolvido oferecendo múltiplas experiencias, desde as clássicas até percorrer os vinhedos a cavalo, catas verticais ou visitas noturnas; Para conhece-las em detalhe e ter os valores atualizados sugiro visitar o site da vinícola: https://www.bodegapiedranegra.com/es/visite

El enoturismo aquí esta bien desarrollado ofreciendo múltiples experiencias, desde las clásicas hasta recorrer los viñedos a caballos, catas verticales o visitas nocturnas, para conocerlas en detalle y tener los valores actualizados sugiero visitar el site de la bodega: https://www.bodegapiedranegra.com/es/visite



O lugar é de sonho: a Precordillera se mostra exuberante e dominante, os vinhedos explodem em fruta nesta época do ano pre colheita e a majestosa varanda  permitem sermos testemunhas do Éden de Chacayes.


El lugar es de ensueño: la Precordillera se muestra exhuberante y dominante, los viñedos explotan de fruta en esta época del año pre vendimia y la majestuosa terraza de la bodega nos permite ser testigos del Edén de Chacayes. 






A visita foi mais bem clássica,acompanhados dum Vuela rosé de Pinot Gris, sutil, estilo mediterrâneo, fácil de beber.

Percorremos instalações, salas de tanques e barricas mas sem catar direto delas para saber como esta vindo a safra 18 em tintos e a 19 em brancos e rosados na sua fase inicial.





La visita fue más bien clásica, acompañados de un Vuela rosado de Pinot Gris, sutil, más mediterráneo, fácil de tomar; 
Recorrimos instalaciones, tanques y barricas pero sin catar directo de ellas como para saber como viene la 18 en tintos y la 19 en blancos y rosados en su fase inicial.
Na cata, o Vuela Sauvignon blanc com 100% de uvas de Uco é um interessantíssimo branco com muito boa rpq; Cítrico e com notas herbáceas flui rápido em boca.
O Piedra Negra Pinot Gris, menos expressivo aromaticamente, entrega uma boca máis delicada...numa faixa de preços similar o sauvignon saiu na frente.
O último dos brancos oferecidos foi o Piedra Negra Reserva de Pinot Gris, muito floral em nariz e fruta verde.

De corpo leve, em boca entra fresco, não tao sedutor no inicio, mas conforme respira em taça oferece um final expressivo e comprido.Vinho diferente para analisa-lo a garrafa inteira.

En la cata, el Vuela Sauvignon Blanc con 100% de uvas de Uco es un interesantísimo blanco con muy buena rpc; Cítrico y con notas herbales, fluye rápido en boca.
El Piedra Negra Pinot Gris, menos expresivo aromáticamente, entrega una boca más delicada...en un rango de precios similar el sauvignon picó en punta.
El úlltimo de los blancos ofrecidos fue el Piedra Negra Reserva de Pinot Gris, muy floral en nariz y fruta verde.
De cuerpo ligero, en boca entra fresco y no tan seductor al inicio, pero conforme respira en copa ofrece un final expresivo y largo.Vino diferente para analizarlo a botella entera.



Na sóbria sala de degustações e com amplios janeloés ao exterior nos esperavam quatro tintos que concluímos logo na bellísima varanda.

En la sobria sala de degustaciones y con amplios ventanales al exterior, nos esperaban cuatro tintos que concluimos luego en la bellísima terraza. 












Da linha reserva impactou muito máis o Cabernet Sauvignon 2015, num ponto de evolução mais acabado e num ótimo momento para ser bebido;Nariz especiada, em boca já esta redondinho, o carvalho não invade, taninos domesticados, acidez media e um bom final, comprido.Fruta preta já madura tipo compota...para bebe-lo agora e no guarda-lo.

De la línea Reserva impactó mucho más el Cabernet Sauvignon 2015, en un punto de evolución más acabado y en un momento óptimo para su descorche.Nariz especiada, en boca está redondo, madera no invasiva, taninos domesticados, acidez media y un buen final, largo.Fruta negras más maduras...para beberlo ahora y no guardarlo.


O Gran Lurton corte argentino, corte com predominância do Cabernet Sauvignon, é o herdeiro do vinho com o qual a Piedra Negra se posicionou no mercado ha mais de 20 anos e com o qual ganhou a medalha de ouro no London Wine Challenge; Aquele era só Cabernet e desde 2011 foi substutuído por este blend com aportes de malbec.
Nesta safra 2013 tem sim barrica de primeiro uso em parte do vinho, taninos máis presentes...um cabernet dominante que da estrutura e um malbec brincahão que entrega fruta e taninos amáveis.Voluminoso em boca e final largo.
Vinho que tem tempo para percorrer em garrafa aínda, mas que mostra a sua elegância agora.
El Gran Lurton corte argentino 2013, corte con predominancia del Cabernet Sauvignon, es el heredero del vino con el cual Piedra Negra se posicionó en el mercado hace más de 20 años y con el cual ganó la pirmera medalla para un vino argentino en el London Wine Challenge; Aquel era sólo cabernet Sauvignon y desde 2011 fue sustituído por este blend con aportes de malbec.
En esta añada 2013 hay barrica de primer uso en parte del vino, taninos más presentes, un cabernet dominante que lo estructura y un malbec juguetón que entrega fruta y taninos dóciles.Voluminoso en boca y final largo
Vino que tiene recorrido en botella aún, pero que muestra su elegancia ahora. 



Impactou também claro, um dos vinhos máis representativos do terroir da vinícola, o L´Espirit de Chacayes, um corte de Malbec e Cot, um clon de Malbec.
Vinho fresco, complexo, muito floral em nariz e que está ainda na sua etapa jovem de consumo.
Mesmo sem passo por barricas, mostra uma boca muito complexa, taninos amaveis e um final de boca largo que pinta para memorável para quem o atesoure e o abra em um par de anos. 

Impactó también claro, uno de los vinos más representativos del terroir de la bodega, el L´Espirit de Chacayes, un corte de Malbec y Cot, un clon de Malbec. Vino fresco, complejo, muy floral en nariz y que está todavía en su etapa joven de consumo.Sin pasar por barricas, muestra una boca muy compleja, taninos amables y un final de boca largo que pinta para memorable para quién lo atesore y lo abra en un par de años. 

O final veio com um late harvest de Pinot gris, o Pasitea, que apaixonou a plateia feminina. El final vino con un late harvest de Pinot gris, el Pasitea, que enamoró a la platea femenia que acompañó. 
Ficamos gratamente impressionados pela qualidade dos vinhos e pela estrututra enoturística que Piedra Negra desenvolveu num paraíso chamado Chacayes...Merci!!
Quedamos gratamente impresionados con la calidad de los vinos y por la estructura enoturística que Piedra Negra desarrolló en un paraíso llamado Chacayes..Merci!!

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

BLANCHARD Y LURTON GRAN VIN 2016

 MEU BRANCO DO ANO 


Tinha ouvido falar e muito deste vinho; Projeto de dum argentino e um francês, os dois de grandes famílias vinícolas em Mendoza e Bordeaux que acreditaram no potencial do terroir do Vale de Uco para a produção de grandes vinhos brancos.
As expetativas eram grandes, enormes diria, sobre este blend inusual de uvas, maioritariamente tocai, mas com bons aportes de Viognier, Pinot gris e Chardonnay.
Ele não só não defraudou nem um pouco, mas que conseguiu atingir o patamar dos meus brancos preferidos na Argentina.

Nariz complexa, bem floral, frutada e adocicada (mel) e uma boca, vou te falar, que vai mudando taça a taça, te entregando tudo o que você espera dum grande branco e mais.
Fluem os cítricos e a fruta, uma mineralidade sem excessos, fresco mais do que untuoso, um vinho delicadíssimo e equilibrado..vinho para não ser bebido extremamente frio.

Sutileza e elegância a cada gole, um vinho que não te entedia nunca.
Vinho perigosamente aditivo, a um preço (hoje) de 15 u$ lá, um rpc extraordinário.


 MI BLANCO DEL AÑO 



Había oido y mucho sobre este vino; Proyecto de un argentino y un francés, los dos de grandes familias bodegueras, uno de Mendoza y otro de Bordeaux, que creyeron en el potencial del terroir del Valle de Uco para la producción de grandes vinos blancos.

A s expectativas eran grandes, gigantes diría, sobre este blend inusual de uvas, mayoritariamente Tocai con buenos aportes de Viognier, Pinot Gris y Chardo.
No sólo no defraudo ni un poco, sino que consiguió alcanzar el nivel de mis blancos preferidos en Argentina.

Nariz compleja, bien floral, frutada y sucrosa (miel) y una boca que va mutando copa a copa entregando todo lo que se espera de un gran blanco y todavía más.

Fluyen los cítricos y la fruta, una mineralidad sin excesos, y fresco más que untuoso, un vino delicadísimo y equilibrado...un vino para no beberlo extremamente frío.

Sutileza y elegancia a cada sorbo, un vino que no te cansa nunca.
Vino peligrosamente adictivo, a un precio (hoy) de 15 dólares, un rpc extraordinario.